Qual obra está dando dinheiro?
Todas as obras lado a lado: saúde, avanço, custo, caixa hoje e resultado. A que está segurando o mês aparece primeiro, com o motivo — e as pendências de todas ficam à direita.
Cada real que entra e sai de cada obra, num painel só. Você vê o gasto, o caixa e a margem de toda a carteira — hoje, não no fechamento.
Tela real do sistema · dados de exemplo, obras fictícias · clique para ampliar
Construído a partir da planilha de controle de obra de um engenheiro em campo — e validado em obra real.
Imagine abrir um painel e saber, em segundos, quanto cada obra gastou, quanto ainda vai entrar e quanto vai sobrar no fim. Sem planilha. Sem caderno. Sem ligar para o mestre de obras. Tudo num lugar só — e você no controle da obra inteira.
Planilha por obra, print de WhatsApp, caderno de campo. Com uma obra, dá. Com três tocando ao mesmo tempo, ninguém sabe qual está dando dinheiro — até a conta não fechar.
O empreiteiro recebe por uma etapa que ainda não está pronta, e ninguém cruza o que foi pago com o que foi executado.
Compra, frete e taxa entram no mesmo bolo. Qual etapa passou do orçado só se descobre no fim da obra.
O mês apertado aparece quando o boleto chega, não quando ainda dava para segurar uma compra ou cobrar um recebimento.
Fim das planilhas desconexas.
Cada informação é lançada uma vez, por quem está na obra, e aparece para quem decide. O que antes vivia em seis lugares diferentes passa a morar num só.
Todas as obras lado a lado: saúde, avanço, custo, caixa hoje e resultado. A que está segurando o mês aparece primeiro, com o motivo — e as pendências de todas ficam à direita.
Cada compra, taxa e serviço lançado na etapa certa. Gasto por etapa, composição por tipo e gasto por mês logo no topo — dá para ver qual etapa está pesando enquanto ela ainda está em andamento.
A medição trava no contrato e é comparada com o físico da obra. Se o empreiteiro recebeu à frente do que executou, o sistema mostra quanto foi adiantado.
Caixa hoje, resultado, avanço e curva S à esquerda; à direita, a tendência, as pendências com a ação de cada uma e o financiamento. O vale de caixa mostra o dia em que o saldo chega no mínimo.
Etapas com dependências, responsável e caminho crítico. Atrasou uma, o término projetado anda sozinho — e você vê antes do cliente perguntar.
O que comprar, quanto e até quando, por etapa. Falta comprar, vencidos e desvio de orçamento no topo — a compra não para a frente de serviço.
Clima, efetivo, atividades e ocorrências de cada dia, com fotos. Lançado do celular, no canteiro — funciona até sem sinal.
Cada parcela do banco ou do cliente: prevista, solicitada, creditada. Previsto × recebido acumulado e quanto já dá para pedir.
O que foi lançado vira relatório: status para o cliente, prestação de contas para o sócio, memória de medição para o banco. Sem montar planilha explicativa.
Ver os relatóriosGerado dos mesmos dados que você já lançou. Sem montar planilha explicativa no fim do mês.
O relatório de status que o cliente recebe, gerado pelo sistema com uma obra fictícia. Deixe um e-mail ou WhatsApp e a gente manda.
Diário de obra com fotos, direto do celular — funciona sem rede e sincroniza quando a rede volta. Prestador chamado no WhatsApp em um toque. Material que faltou vira pendência antes de parar a frente de serviço.
Recebimento por marco físico de qualquer financiador — CAIXA, outro banco, consórcio ou o próprio cliente. Cada parcela mostra em que etapa está, e o liberado × executado diz quanto já dá para solicitar.
Você adianta cerca de R$ 160.000 do seu caixa enquanto espera receber.
A obra não para enquanto o dinheiro não cai: material e mão de obra desses dias saem do seu bolso. Estimativa: obras × gasto médio mensal × (dias de atraso ÷ 30). É uma conta simples; o Souz mostra isso obra a obra, no fluxo de caixa.
Ver meu caixa no SouzMargem, caixa e resultado de cada obra num painel, sem esperar o contador nem o fechamento.
Cronograma, medição e diário de cada obra, de qualquer lugar — inclusive do celular, na visita técnica.
Relatório pronto para o cliente ou para o sócio, sem montar planilha explicativa toda vez.
Da casa térrea ao prédio com grua: o controle é o mesmo, obra por obra, na mesma carteira.
Cada cliente enxerga só as próprias obras.
Toda alteração registrada: quem mudou, o quê e quando.
Seus dados não ficam presos ao sistema.
Banco de dados na região São Paulo.
Implantação assistida em todos os planos: alguém do time importa sua planilha e configura a primeira obra com você.
Qualquer obra: residencial, comercial, reforma, por empreitada ou administração. Obra financiada tem recursos a mais (parcelas do banco, memória de medição), mas não é exigência.
Sim. A Carteira mostra caixa, resultado projetado, avanço e pendências de todas as obras lado a lado, e você entra em cada uma com um clique.
Sim, pelo navegador do celular, sem instalar aplicativo. O diário de obra funciona até sem rede e sincroniza quando a rede volta.
Assistida: ajudamos a importar sua planilha atual e a configurar a primeira obra dentro do sistema.
Sim. Existe importação direta de planilha no modelo MCMV; para outros formatos, a implantação assistida organiza a migração com você.
Em banco de dados hospedado no Brasil, região São Paulo. Cada empresa só enxerga os próprios dados.
Não. É um sistema web: abre no navegador, no computador ou no celular.
Depende de quantas obras entram e de como a sua planilha está hoje. Na demonstração, a gente olha a planilha com você e diz o prazo antes de você assinar.
Os dados são seus. Antes de encerrar, você exporta tudo: o sistema gera o backup completo e as planilhas de cada obra, para abrir no Excel.
Para o registro de campo, sim: o que você lança sem sinal fica guardado no próprio aparelho e é enviado quando a conexão volta. Para entrar no sistema pela primeira vez naquele aparelho, é preciso estar conectado.
Responda e a conversa já começa no ponto certo — a mensagem vai pronta para o WhatsApp.
Traga uma obra de verdade. Na demonstração, você vê o gasto, o caixa e a margem dela numa tela só.
ou escreva para gustavo.souza@souztech.com